MENSAGEM E EVANGELISMO

 

Pregação do dia 16 de setembro de 2012 Á São Carlos nº 104 - estácio Rio de Janeir - RJ

“Pai, Perdoai-os. Eles Não Sabem o Que Fazem”

14/07/2011

Vamos dividir essas palavra do Senhor  Jesus em duas partes:

1 – Pai, Perdoai-os;

2 – Eles não sabem o que fazem.

 

Meditação e introdução

Dependurado no lenho impiedoso, o único homem sem pecado de qualquer espécie curvava a cabeça em agonia. Doía muito aqueles cravos em seus pulsos e em seus calcanhares. Cravos que o pregavam no duro lenho da cruz romana. Ele, justamente Ele, que jamais havia cometido qualquer pequenino  deslize contra Seu Pai, ali estava, humilhado, julgado e condenado pela saga política dos  daquela época. pedia pelos seus algozes. Pedia clemência a um Pai enfurecido contra a impiedade de seus outros filhos. Filhos ingratos, empedernidos, que não mereciam nenhuma consideração. Sua Lei cobrava o cumprimento rígido do artigo que ordenava “NÃO MATARÁS”. Sua Justiça, porém, era invocada pelo Seu filho dileto em favor dos rebeldes cruéis. “Que a Justiça seja feita, mas a Lei seja evitada” era o que Ele implorava naquela agonia terrível. Não podia apoiar as nádegas desnudas no pedaço de madeira que lhe tinham disponibilizado para rápidos descansos, pois o suor que lhe escorria do corpo fazia liso e escorregadio aquele pedaço de madeira. Não podendo descansar o corpo dolorido ali, seus calcanhares, cujos ossos calcâneos(relativo ao calcanhar) tinham sido atravessados pelos grossos cravos de ferro batido, gritavam contra aquela violação e a dor lhe subia pelas pernas até inundar-lhe cada mínimo nervo do corpo macerado(mortificado, abatido). O ombro deslocado também se rebelava contra a tortura do peso do corpo dependurado nele, mas seus esforços desesperados para aliviar aquele ombro lacerado(fragmentado em dois pedaços), causava mais dores no pulso do punho contrário atravessado pelo cruel cravo de ferro romano. Tudo era dor. Sempre dor lancinante(golpeia, faz sentir fisgada), sem tréguas, torturante. Respirar ficava cada vez mais difícil, pois os músculos intercostelares(entre as costelas) estavam-se cansando rapidamente por ter de sustentar o peso do corpo dependurado e ainda se expandir para dar espaço aos pulmões a fim de que pudessem se dilatar e permitir a inspiração dolorosa. E, no entanto, o corpo ansiava desesperadamente pelo ar e por isto Ele tinha de se esforçar além e acima da dor para mitigar aquela necessidade física desesperante. Não viera para aquilo… Ou viera? Na verdade dissera a quantos puderam ouvi-l’O: “Eu vim trazer a nova Lei. Vim trazer a espada e não a paz.MT. 10:34.  Vim jogar filhos contra pais e mães contra filhas”mT. 10:35. À época ninguém O entendeu. Alguns pensavam que se tratava de um herege ensandecido, que queria mudar a Lei de Moisés; outros, que se tratava de um rei guerreiro, que empunharia uma espada e lideraria os judeus contra os romanos. Outros, ainda, que Ele viera para acabar com a família e promover a anarquia. No entanto, não era isto o que Ele queria dizer. Falara por parábola, mas as mentes rudes e toscas da época não podiam abstrair a Verdade das Suas parábolas. E por isto O odiaram. Os reis judeus o temiam porque acreditavam que Ele pretendesse tomar-lhes os tronos; a plebe ignorante, que não tivera contato com Ele e com Seu trabalho entre os humildes e desamparados, odiavam-no porque temiam que Ele causasse uma guerra de antemão perdida contra os romanos, o que só acarretaria mais sofrimento para eles. Os romanos não O consideravam culpado de nada, mas por questões políticas não podiam contrariar os Rabinos do Templo ou aumentariam a desavença com aquele povinho danado de rebelde e beligerante (que faz guerra). Então, entre ter mais dores de cabeça e mandar dependurar um judeu qualquer, era melhor a segunda opção. E ali estava Ele, o único Homem verdadeiramente Homem, incorruptível e justo, crucificado como um criminoso vulgar e entre dois outros, estes, realmente criminosos.

Vamos dividir essa oração do Senhor Jeus em duas partes a saber:

1 - Pai perdoai-os;

2 - Eles não sabem o que fazem.

1 - Pai perdoai-os...

Pai perdoai - os - Não foi o próprio Senhor Jesus que nos ensinou acerca do perdão no sermão da montanha em Mateus capitulo 6? Que deveriamos perduar ao nosso irmãos e àqueles que nos ofende?

Pois muito lógico seria que o Senhor desse o exemplo e perduasse os que O ofendia por isto nessa pequena oração Ele disse"Pai perdoai-os.

2 Eles não sabem o que fazem!

Aqui, com certeza, cada irmaão que ja leu esta passagem biblica, deve ter feito as mesmas perguntas que eu tantas vezes fiz a mim mesmo; 1) será que eles não sabiam o que faziam? 2) só é perdoado aquele que pratica o mal e não sabe? 3) O senhor Jesus, sendo mestre em Israel e que a palavra repete muitas vezes que Ele conhecendo os pensamentos deles(Israelitas), podia pensar que eles realmente não sabiam o que faziam? e, se o Senhor estivesse enganado, Eles realmente sabiaam exatamente o que faziam, não merecia o perdão, sim, porque o Senhor colocou uma condição para Deus peroar-los "não sabem o que fazem", e, se o Senhor tinha conciencia de que eles não eram inocentes na paratica daquela crueldade, ENTÃO POR QUE O "ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM"

Vamos verifica outras passagens biblicas? vamos.

Os preparativos para edifiacar o templo:

No final do capitulo 5 de I Rs. encontramos Salomão ultimando os preparativos para a construção do templo ao nome do Senhor Deus de israel, juntou Ele os seus suditos para toda obra que se fizesse necessaria I Rs. 5: 13-18

Quando o rei Davi quis preparar um templo como morada do Deus eterno, esse lhe disse que não, por ser ele homem de guerra, mas lhe prometeu que seu herdeiro, não só se sentaria no Trono de Israel, com tambem edifiacaria o Templo ao nome do Senhro, II Sm. 7:12-13;  I Rs. 5:1-5, observem, que Salomão precisou de outro rei de um outro país para ajudar na construção. E a partir do capitulo 6, começa a edificação do templo, usando todos os preparativos ja eleborado em parte pelo Rei Davi e em parte pelo rei Salomão, tudo porem na orientação de Deus II Sm. 7:12-13.

Toda Madeira, veio do libano, bem como pedrapreciosas e pessoa que soubesse trabalhar em ouro. bronze e ferro

IICr. 2:7-9, Salomão contava com o seu exercito, com os Levitas, os sacerdotes e gente do povo, todos ele usou para construção do templo, tendo lervantado o senso, ficou sabendo com quanta pessoas podia contar. II Cr. 2:17-18, ao concluir toda obra, trouxe as oferta de seu pai Davi para serem colocadas no templo I Rs. 7:51 

Cocluida toda obra, fez Salomão o que podemos chamar de primeira pregação, I Rs. 8:12-21, tendo feito sua pregação, ajoelhou-se para orar a Deus, fez então a primeira oração no templo que acabara de cosntruir, I Rs. 8:22-53; e pediu a Deus perdão pelo seu povo, versos 30; 33; 36; e 39. E, para concluir, deu a benção ao o pavo, I Rs. 8:54-61 e por fim veio o Holocausto foi assim inagurado o altar do sacrificio, I Rs. 8:62-64 e festejou-se as festas do calendario judaico 8:65-66; Tendo os sacerdote saido do templo, uma nuvem encobriu tudo, 8:10-11.

Agora, nós ja podemos entender porque o Senhor Jesus falou, "eles não sabem o que fazem" De fato, não sabiam mesmo, Salomão juntou todo pove, os sacerdotes, os levitas, seu exercito, as autoridades e reis, e tambem todo povo israelita, mas todos, inclusive Salomão sabiam o que estavam fazendo, porém, ali na cruz, os farizeus, saduceus, escribas, levitas,  sacerdotes, representantes do rei, do governado, autoridades em geral e o próprio povo, não sabiam que ali, todos estavam emvolvidos na cosntrução da maior obra, a IGREJA DO SENHOR JESUS  

O Que foi dado ao Senhor Jesus:

1 - A coroa de Espinhos – Simbolizando as conseqüências do reino do pecado e seuDOMÍNIO da cabeça do homem; também simboliza o império do pecado Mt. 27:29

2 – manto aparatoso Lc. 23:11, escalarte Mt. 27:27; púrpura; Mc. 15:17 e Jo.19:2

      Esse manto, por usa natureza espalhafatosa, simboliza a vaidade humana,

     A pobreza de espírito e a falsidade dos que se dizem súditos de Deus e não o são;

É óbvio que Herodes queria usar isso para expor a reivindicação da realeza de Jesus ao deboche público. Pois, pouco antes Jesus tinha respondido à pergunta de Pilatos: “És tu o rei dos judeus?” com “Tu o dizes” (v.3). Todo o Sinédrio reunido naquele lugar tinha escutado essas palavras, e os mesmos homens agora acusavam Jesus diante de Herodes, com certeza também pela Sua reivindicação de ser o Rei dos judeus (Lc 23.3,10).

A roupa resplandecente colocada sobre Jesus também significa que o Senhor tomou sobre si todos os pecados, mesmo aqueles que o ser humano tanto gosta de usar, mas que não o fazem feliz: roupas maravilhosas, esplêndidas, e jóias preciosas. Os homens gostam de se apresentar com elas, mas, na maioria das vezes, por baixo só estão escondidos egoísmo, orgulho e uma ambição ilimitada.

A “roupa resplandecente” dos homens tenciona esconder a sua miséria e natureza pecaminosa, o “manto branco” precisa ocultar a hipocrisia, o “manto esplêndido” tenta neutralizar o mau cheiro da debilidade humana e o “manto real” procura testemunhar imortalidade, mesmo que o ser humano seja totalmente mortal.

Jesus vestiu, tomou sobre si e carregou tudo isso. Agora Ele transforma qualquer pessoa que crê nEle em “rei e sacerdote” (cf. Ap 1.5-6).

Depois que Pilatos tinha mandado açoitar Jesus (Mt 27.26), o texto continua: “Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate” (vv. 27-28). Outras traduções falam em “manto de púrpura”, “capa de soldado púrpura” ou “manto vermelho”. Tratava-se de uma capa vermelha do tipo usado por soldados. Foi uma capa dessas que colocaram nos ombros de Jesus.

Sem saber, em seu deboche e zombaria os soldados fizeram algo cujo significado mais profundo indica o motivo do sacrifício de Jesus. Afinal, o “manto vermelho” ou “escarlate” nos lembra todo aquele sangue derramado sobre a terra, as incontáveis guerras e as muitas vítimas inocentes. Ele proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade. Ele nos lembra as grandes guerras (entre os povos) e as pequenas guerras (nas famílias, entre vizinhos, etc.).

O “manto escarlate” do soldado representa ódio e vingança, retaliação, busca por poder e exercício da tirania. Mas ele também expressa que o homem não vale nada para os outros homens. Esse “manto vermelho do soldado” deveria estar sempre diante dos nossos olhos.

Jesus quis tomar nossa culpa sobre si de forma voluntária, e fez isso de forma conseqüente. Essa era a Sua missão, a Sua tarefa. Jesus tomou sobre si a culpa de todas as discórdias do relacionamento humano, todo ódio e todo assassinato: esta é a verdade ilustrada pelo “manto vermelho do soldado”, que Ele permitiu que fosse colocado em Seus ombros.

 

Suas próprias roupas

“E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado” (Mt 27.31, ACF).

As roupas de Jesus eram feitas por mãos de homem para serem usadas por homens; eram de material terreno. Jesus usou essas roupas durante a Sua vida.

Sendo Deus, Ele vestiu essa “roupa” para se tornar completamente homem. Ele praticamente “vestiu nossa pele” e assumiu humanidade completa.

E como Jesus usou essas roupas feitas por homens, elas também realizaram milagres. Uma mulher tocou a bainha da Sua roupa e imediatamente ficou curada (Mc 5.25ss.).

As roupas de Jesus indicam que Ele se tornou homem, e nos ensinam que Ele quer tornar a nossa humanidade completa. E quando nós O convidamos a preencher nossa humanidade, Cristo, a esperança da glória (Cl 1.27), vive em nós.

Suas roupas se transformaram em símbolo da redenção, pois quatro soldados as tomaram e dividiram entre si (Jo 19.23). As roupas de um condenado à cruz eram despojos dos carrascos. Assim, as roupas de Jesus, crucificado vicariamente pela nossa culpa, transformaram-se em “vestes de salvação” para nós (Is 61.10).

Tiraram dele a “capa” e “vestiram-lhe as suas vestes”. Jesus não era nem como Herodes (manto esplêndido) nem como os soldados (capa). Ele os usou e depois foi despido delas. Mas Ele continuou sendo verdadeiro homem.

A túnica

“Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá – para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados” (Jo 19.23-24).

O texto diz expressamente que essa túnica tinha sido tecida sem usar qualquer costura. As roupas do sumo sacerdote também eram feitas dessa forma:“Farás também a sobrepeliz da estola sacerdotal toda de estofo azul. No meio dela, haverá uma abertura para a cabeça; será debruada essa abertura, como a abertura de uma saia de malha, para que não se rompa” (Êx 28.31-32). A diferença estava no fato de que o sumo sacerdote usava essa peça por cima de todas as outras, e Jesus a usava por baixo. Isso também tem um significado mais profundo: Jesus Cristo é o verdadeiro Sumo Sacerdote, ainda ocultado. Ele veio ao mundo como Filho de Deus e revelou-se como Messias de Israel em Seus atos. Mas era preciso que também ficasse claro que Ele era mais que isso: o eterno Sumo Sacerdote de Seu povo. No fim de Sua vida ficou claro qual era o Seu destino inicial.

A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade. Seu sacerdócio não pode ser dividido com Maria, outra assim chamada mediadora, nem com os sacerdotes eclesiásticos, nem com o papa nem com nenhuma outra religião. Somente Ele é o eterno e verdadeiro Sumo Sacerdote, o único Mediador entre Deus e os homens (cf. 1 Tm 2.5-6).

O pano

Como Jesus fora despido de Suas roupas e de Sua túnica, Ele ficou dependurado na cruz coberto apenas por um pano. Estava praticamente nu. O Salmo 22.17-18 O descreve desta forma: “Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”. Hermann Menge traduziu a última parte do versículo 17 desta forma: “...mas eles olham para mim e se deleitam com a visão”.

A nudez retrata pecado e vergonha. Ela personifica o pecado original. Desde Adão todos nós nascemos em pecado, por isso chegamos ao mundo nus. Em Gênesis 3.7 lemos: “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si”. Adão disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (v.10). E Deus respondeu: “Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11).

O primeiro Adão pegou o fruto proibido da árvore, e tornou-se o pecador cuja iniqüidade pesa sobre todos os homens.

O último Adão foi pendurado num madeiro e “feito pecado” (2 Co 5.21). Jesus tomou sobre si a culpa original do pecado a fim de eliminar a culpa do homem. Quem crê em Jesus não tem somente o perdão de seus pecados, mas também do pecado original, no qual todos nós nascemos.

Os lençóis

“Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis (de linho) com os aromas, como é de uso entre os judeus na preparação para o sepulcro” (Jo 19.40).

O linho era usado nas vestes sacerdotais (Lv 6.10). Também os tapetes, toalhas e cortinas do tabernáculo eram feitos de linho (Êx 26.1,31,36; cf. também 1 Cr 15.27).

Era costume que os judeus mortos fossem sepultados enrolados em lençóis de linho. Jesus foi “sepultado” como um verdadeiro judeu.

Mais tarde, quando Jesus ressuscitou, o texto diz: “Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte” (Jo 20.6-7).

Em minha opinião, os lençóis nos lembram as obras da lei, o sacerdócio do Antigo Testamento, o tabernáculo, as leis e prescrições, as obras e os esforços dos judeus que seguiam a lei.

Jesus foi colocado no túmulo envolto em linho, mas na Sua ressurreição Ele deixou os lençóis para trás. Ele cumpriu a lei de forma completa. Ele é o cumprimento da lei (Mt 5.17). Nele qualquer pessoa que Lhe pertença é tornada completa. Era costume na época, quando o Senhor ia para a mesa e, durante suas refeições, os servos, ficavam de longe esperando serem chamados, e quando o Senhor se levantava, teria que ser observado o seguinte:

Se o lenço, tivesse sido usado e estivesse aberto, podiam retirar a mesa; Se o lenço continuasse dobrado, o levantar do Senhor, significava que ele ainda iria voltar; Isto nos lembra que o Senhor Jesus, deixou essa promessa, com o lenço dobrado, ainda iria voltar.

 

Aplicação pessoal

Jesus usou o manto esplêndido de Herodes, o orgulho e a soberba da humanidade sem Deus. O Senhor permitiu que Lhe colocassem o manto vermelho dos soldados, o ódio abismal e a brutalidade do ser humano. Jesus usou Suas próprias roupas: Ele se tornou completamente homem. Ele usou uma túnica sem costuras: Ele é o verdadeiro Sumo Sacerdote. Na cruz Ele foi coberto somente com um pano. Jesus levou não somente os pecados, mas o pecado original. Na morte o Senhor usou os lençóis de linho, depois despidos na ressurreição. Jesus é o cumprimento da lei.

Agora toda pessoa renascida de novo é chamada a despir o velho homem e vestir o novo homem em Cristo: “...[despojai-vos] do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e [renovai-vos] no espírito do vosso entendimento, e [revesti-vos] do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.22-24). “...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13.14).

Resaltamos que, este trabalho de evangelismo, foi feito principalmente na Inspiração do Santo Espírito e dado bibliografos de livro e também na Internet.

A todos que direta e indiretamente, cooperaram com esse trabalho rogamos as bençãos do nosso Senhor e Salvador Jeus Cristo.

Por Olavo

sobreiraolavo@zipmail.com.br